BREJETUBA: Eu adoraria terminar um livro por dia todos os dias, mas sabe como é: Deus é mais (sic), o mundo é grande e eu tenho mais coisas pra fazer. Não parece, mas eu tenho.
É provável que eu termine de ler hoje e, se isso acontecer, o comentário chega até amanhã. Uma novela e um conto de Tolstói que é pra dar uma moralizada nisso aqui.
Enquanto isso não acontece, reze umas ave-marias pela alma do Pollock, que completaria 100 anos hoje se estivesse vivo. Estou perplexo de não ver ninguém (até agora) falando disso por aí. Se o imaginário leitor (também) não for dos mais devotos, pode gastar um pouco do sábado brincando de pintar igual o cara no http://jacksonpollock.org .
Acha que é fácil? Vejamos…
Isto é um Pollock:
Isto sou eu:
Pois é, eu tentei.
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Em tempo: hoje tem premiação na 15ª Mostra de Cinema de Tiradentes (MG). O filme capixaba As Horas Vulgares, dos diretores Rodrigo de Oliveira e Vitor Graize, é um dos favoritos ao Prêmio Aurora, destinado a cineastas estreantes. Este filme, inspirado no romance “O Reino dos Medas” de Reinaldo Santos Neves, foi contemplado pelo edital de 2010 para longa-metragem promovido pelo governo do estado do Espírito Santo a cada dois anos.
Para quem acompanhou a polêmica em torno da seleção dos jovens cineastas, assistir o filme já é mais que suficiente para confirmar o mérito dos novatos; o bom retorno da crítica, agora, em um dos festivais de cinema mais respeitados do país, é a coroação de ambos sobre uma enxurrada de recalque bastante típica desse nosso provincianismo.

Luis Carlos Merten: "As Horas Vulgares é um belo trabalho. Tem o seu tempo, às vezes lento. Toca, como o cinema sabe fazer, em temas profundos, que remetem, como se diz, à essência do ser". Foto: diálogo entre os amigos Théo (Rômulo Braga) e Lauro (João Gabriel Vasconcelos).
Parabéns, desde já, aos diretores pela vitória merecida.

