Consolações

1. Boécio;

Qui venite tutti insieme, o prigioneri,
che l’ingannevole passione, abitatrice
delle umane menti, avvince in tormentose catene.
Questo sarà per voi ristoro alle pene,
questo il porto che permane in placida tranquillità,
questo è il solo rifugio sicuro aperto ai miseri.
Tutto quel che il Tago dona dalle sue sabbie aurifere,
o dona l’Ermo dalle sua rive abbaglianti,
o l’Indo vicino al caldo cerchio dell’equatore,
rimescolando candide con verdi pietre preziose,
non illumina lo sguardo, e respinge anzi ancor più
gli animi accecati nelle loro tenebre.
Queste cose che tanto piacciono ed eccitano le brame
le ha nutrite la terra in oscure caverne sotterranee;
lo splendore che governa il cielo e gli dà energia
evita le rovinose oscurità dell’anima;
chiunque potrà osservare questa luce
non dirà più che son splendenti i raggi di Febo.

Boezio in La consolazione della filosofia
tradotto da Ovidio Dallera

2. O conhecimento;

b) a contradição é inovadora – não basta constatar o caráter interno da contradição. É necessário, ainda, frisar que essa contradição é a luta entre o velho e o novo, entre o que morre e o que nasce, entre o que perece e o que se desenvolve. Exemplo: é na criança e contra ela que cresce o adolescente; é no adolescente e contra ele que amadurece o adulto. Não há vitória sem luta. “O dialético sabe que, onde se desenvolve uma contradição, lá está a fecundidade, lá está a presença do novo, a promessa de sua vitória” (Politzer et al., s.d.:74);

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Mariana de Andrade. Metodologia do método científico. São Paulo: Atlas, 5ª ed., p. 105.

2. A poesia;

LEITURA

Era um quintal ensombrado, murado alto de pedras.
As macieiras tinham maçãs temporãs, a casca vermelha
de escuríssimo vinho, o gosto caprichado das coisas
fora do seu tempo desejadas.
Ao longo do muro eram talhas de barro.
Eu comia maçãs, bebia a melhor água, sabendo
que lá fora o mundo havia parado de calor.
Depois encontrei meu pai, que me fez festa
e não estava doente e nem tinha morrido, por isso ria,
os lábios de novo e a cara circulados de sangue,
caçava o que fazer pra gastar sua alegria:
onde está meu formão, minha vara de pescar,
cadê minha binga, meu vidro de café?
Eu sempre sonho que uma coisa gera,
nunca nada está morto.
O que não parece vivo, aduba.
O que parece estático, espera.

Adélia Prado em Bagagem

3. A música;

etc.

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