“Homo sum, humani nihil a me alienum puto”

Amo essa mulher. Não há Harold Bloom neste mundo que seja capaz de demovê-la do meu coração. Chamem isso do que vocês quiserem, eu chamo de sabedoria. Poder ver e ouvir essa mulher hoje, depois das notícias da Carolina do Sul, é o que eu chamo de verdadeiro privilégio. É do tipo de coisa que devolve a esperança.

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