De luce inaccessibile

1.

paraiso-de-dante

Dante et Béatrice au Paradis par Gustave Doré.

2. Ecce quod hodie feci:

Versi originales:

“Domine, si hic non es, ubi te quaeram absentem?
Si autem ubique es, cur non video praesentem?
Sed certe habitas <<lucem inaccessibilis>>.
Et ubi est lux inaccessibilis?
Aut quomodo accedam ad lucem inaccessibilem?
Aut quis me ducet et inducet in illam,
ut videam te in illa?”

Proslogion Anselmi Cantuariensis in capitulo I.

Versi Lusitanice a me conversi:

“Senhor, se não estás aqui, onde hei de procurar-te ausente?
Se todavia estás por toda parte, por que não te vejo presente?
Mas é certo que habitas uma “luz inacessível”.
E onde está a luz inacessível?
E como vou me aproximar da luz inacessível?
E quem vai me conduzir e nela me introduzir
para que nela eu te veja?”

Proslogion, de Anselmo de Cantuária, no capítulo I.

3. Questo passaggio è stato molto più facile da leggere di quel bel poema di Catullo, però mi sono stato sorpreso lo stesso di capirlo senz’aiuto. Amo davvero il Proslogion. Inoltre, direi che questo è il mio primo tentativo di traduzione diretta. Va bene che è un latino facile da capire e la mia versione non è così esatta, comunque è come dicono: Roma non uno die aedificata est.

4. Sem falar nas intuições waldomóticas que eu tive com o texto e a imagem, mas isso não cabe a mim explicar agora.

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