1. Übung macht den Meister

1. Heute morgen, während ich Deutsch gelernt hat, eine Übung hat mir gefragt, um einen originalen Satz mit “ob” zu schreiben. Und ich habe geschrieben: ICH WERDE NIE WISSEN, OB ER MICH WIRKLICH GELIEBT HAT. Dannach, als ich musste, einen Satz mit “weil” zu schreiben, habe ich gescrieben: ICH WERDE IHN NIE VERGESSEN, WEIL ER MICH TIEF IN MEINEN HERZEN BERÜHRT HAT. Warum bin ich so, mein Gott?

1. Langsamer sprechen

1. Vielleicht ist mein mündliches Deutsch so schlecht, weil ich darauf bestehe, ohne genug Wissen schnell zu reden. Deshalb habe ich mich entschied, ab heute langsamer zu sprechen. Zumindest wenn ich allein mit mir selbst rede, wirk es gut. Ah, und ich habe eine Neuheit: Ludwig Wittgenstein wird der erste große deutsche Verfasser sein, den ich direkt auf Deutsch lesen werde. Ich kann es kaum erwarten!

1. Benedetti; 2. Warum?

1. Me encantan las crónicas de Mario Benedetti. En este momento intento leer Vivir adrede en el original, que es de una sensillez conmovedora. Mi vienen muchas ideas mientras lo leo: historias que me gustaría escribir, recuerdos de viaje, ganas de volver a aprender su lingua. Esa palabra, “adrede”, aún existe en portugués; no la conocía. Ahora es uno de mis vocábulos predilectos de todos los que conozco, en todas las linguas.

2. Ich kann nicht vergessen, was Aline uns in der Kneipe gesagt hat. Das macht mich an meine Schwäche denken. Besser: an meinen Angst. Sie hat gesagt, dass sie Ghoswriter ist und über irgendwas schreiben kann, wenn sie die richtige Bibliographie hat. Offensichtlich ist das ihre Arbeit und sie kann damit seine Rechnungen bezahlen. Ich habe ihre Bücher schon gelesen, ich erinnere mich an die Studentin, die sie war. Sie ist definitiv sehr gut, aber nicht genial. Warum kann ich das gleich einfach nicht tun? Warum ist das mir so schwer?

1. Mindestens 5 Linien täglich; 2. Mon ami, le professeur

1. Es ist erstaunlich, wie schwer es für mich ist, Deutsch zu sprechen. Ich kann schon gut lesen und verstehen, aber meine mündliche Expression ist einfach furchtbar. Deshalb habe ich entschieden, etwas zu machen. Neben der regelmäßigen Lernung, die ich verstärken hoffe, jeden Tag werde ich mindenstens fünf Linien hier schreiben, um mein Deutsch zu verbessern. Ich träume immer noch, Deutschlehrer zu werden, aber wie ist es möglich, wenn ich fast niemals jemanden habe, um mit mir zu sprechen?

2. Par ailleurs, je crois que mon français va très bien. Ce soir j’ai trouvé par hasard un bon ami, professeur de français au Noyau de Langues de l’Ufes, et nous sommes allés pendant plusieurs minutes en parlant français. Je l’ai trouvé promenant sa petite chienne à côté de chez lui et il a traversé plus de trois quartiers avec moi jusqu’à la place du Epa, pour m’accompagner. Une conversation assez agréable, j’assume. Il m’a dit que son mari est trop jaloux de moi. Je ne peux pas immaginer pourquoi…

Geständnis

Es ist nur Angst. Es war immer nur Angst, nicht mehr als innige Verunsicherung.  Seit dem Anfang habe ich Angst vor allem und DAS macht mich schwach. Immer noch. Alle diese Leute, die ich beneide, sie sind nicht so gut, nicht so genial, aber sie sind nicht allein: sie haben sie selbst. Bis heute hatte ich niemanden. Bis heute!

Letter #1

Dear Ana,

Sorry for my absence at lunch today. I would have loved to be there with you and everybody, but believe me, it was better this way. These have been very difficult times for me, as you can imagine. I spent the past week in front of the computer doing all the imaginable things, except for the only one I really need and want. Maybe most people of our generation know pretty well what this anxiety spiral feels like, but nevertheless I can’t help myself but feeling shame and the most genuine fear I ever felt.

Despite that, I’m trying – the best I can – to be coherent and do myself what I use to tell other people to do. As a consequence, I’m rethinking the past years and even my whole life, little by little. I’ve realized anxiety is, in reality, a good thing. It really is, right? I was never a quiet guy, though, at least not internally. I had always this urge in me as a part of my nature for as long as I remember. Always insecure, even with the best results, and never satisfied. I’m trying to think about it – my anxiety – as a sign that something must be done. That’s exactly what my body and soul are telling me now, with the mouths they have, but I’m so completely lost that I don’t know what to do with that at all. I don’t even know even if I understand my own language while I’m talking to myself.

Did you see my tweet with Adélia’s poem? I’m reading it all the time like the prayer it indeed is. And these are my obsessing verses by now:

Louvado sejas, porque eu quero morrer,
mas tenho medo e insisto em esperar o prometido.

Of course I didn’t post those ones on that tweet. Not even for that I had enough courage. I’m feeling too small, weak, scared as if I was lost in a darkness full of hands. I’m watching my life running down between my feet and doing nothing. In the meanwhile I’m discovering many meaningful things, but all seems useless for I don’t have any idea of what to do with them.

Finally… sorry for the outburst. I thought you should know it, just in case of a bigger absence. Thank you for the most complete everything.

Yours,

Marcel

On anxiety

A ansiedade é algo bom.
Angoro estas bona afero.
Ängstlichkeit ist etwas Gutes.
Anxietas aliquid boni est.
Anxiety is something good.
La ansiedad es algo bueno.
L’ansietà è una buona cosa.
L’anxiété est une bonne chose.
Kecemasan adalah hal yang baik.
Тревога – это хорошо.

חרדה היא דבר טוב

De imortalitate

1º “O que é o homem?” é uma pergunta indutiva em seu sentido presente; 2º A explicação indutiva é apenas a expressão geral dos fenômenos, e não constitui hipótese alguma; 3º, Seja que homem ele for, ele o é em cada momento; 4º Em cada momento, os únicos fenômenos internos que apresenta são o sentimento, o pensamento e a atenção; 5º Sentimentos, pensamento e atenção são todos cognitivos; 6º Toda cognição é geral, não há intuição; 7º, Uma representação geral é um símbolo; 8º Todo símbolo tem uma compreensão essencial que determina sua identidade.

Quando eu, isto é, meus pensamentos, entro em outro homem, não levo comigo necessariamente todo meu ser, mas o que levo de fato é a semente da parte que não estou levando – e se carrego a semente de toda minha essência, carrego a de todo meu ser concreto e potencial.

PEIRCE,C. S. Semiótica. Trad. José Teixeira Coelho Neto. São Paulo: Perspectiva, 2015, p. 310.

 

Every single touch we ever touch each other
Every single fuck we had together
Is in a wondrous time lapse
With us here here at this moment
The history of touches
Every single archive
Compressed into a second
All with us here as I wake you up.

Björk, Vulnicura, History of Touches

Comentário sobre uma canção da Björk em grupo do Facebook

Peço licença para compartilhar com vocês algo que é bem pessoal (e até meio cafona), mas que tem a ver com a Björk – que afinal é o nosso elo neste grupo. Acho que todos nós experimentamos o alumbramento com alguma regularidade, às vezes com as coisas mais insignificantes: você acha uma pedra diferente na calçada, segura, começa a delirar em cima dela, se esquece de onde está e para onde ia, ganha o dia por causa disso. Pois bem: tenho sido docemente empurrado para o Biophilia nos últimos tempos e hoje, há poucos minutos, descambei em “Solstice”. Sabe quando você passa muito tempo em um lugar escuro, ou de olhos vendados, e então se joga na claridade e começa a ver aqueles pontinhos brilhantes por toda parte? Pois é, eu estou cheio desse fosfeno por dentro agora. Ela canta: “Quando seus olhos param sobre a esfera / que pende do terceiro galho de uma estrela / você se lembra por que está escuro / e por que torna a clarear”. E depois: “E então você se lembra / que você mesmo é um portador de luz / recebendo radiação dos outros”. Ajuda muito, até mesmo pra fugir do clichê sentimentalista, se você também tiver um olhar amoroso sobre a natureza das coisas – física, biologia, ciência enfim – que a Björk certamente tem, mas talvez até isso seja secundário. Talvez baste a voz limpa, a respiração (já repararam?) e a melodia tão sugerida quanto realizada pelas cordas, ou nem isso. Eu honestamente não sei explicar com boas palavras o que eu estou sentindo agora: é um tipo de fome de tudo, uma curiosidade enorme, uma vontade doida de participar (mais e melhor) disso. Enfim, se nada disso faz sentido pra vocês, por favor relevem… e prestem mais atenção no Biophilia porque esse disco é bonito pra caralho.

 

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Latine loquor. Non bene, sed loquor.

Felix sum quia hodie mane Assimilis cursum Linguae Latinae conclusi et paucas lectiones careo ut grammaticam magnificam quoque perageam. Gestae, carmina poemataque latine conceptis vitae meae cottidianae jam sunt partes. Notum est quod facile loqui latine adhuc non possum, sed hoc omnino grave non est: omnis dies opportunitatem meliorandi portat. Linguas discere semper fuit mihi peregrinandi modus; cum lingua latina, immaginatio mea peregrina non solum in spatio ambulat, sed etiam tempore. Ubi sunt vos, o latine loquentes? Auxilium mihi ferre potestis? Et nunc: gratias omnibus vobis ago. Spero me cum hoc textus molestum non esse!