Arquivo da categoria: pensamentos

Pour ne pas oublier

L’histoire de Francine Christophe et son chocolat m’a apparu ce matin dans le Facebook. Peut-être que je n’aille jamais comprendre la force que ces histoires ont sur moi. En effet, il y a une beauté três étrange dans le monde.

Etiquetado

Est-ce que c’est facile ? Non, absolutement. C’est difficile, terrible, effrayant. Le plus que j’étude, le plus que j’ai besoin d’étudier. J’ai commencé à apprendre cette langue en janvier, c’est vrai, difficilement je pourrais être aisé en septembre…

Au moins, je peux sentir déjà qu’il y a tout un monde que se commence à ouvrir pour moi ces jours. Je ne peux pas arrêter.

La horrible sensación de que puedes hacer todo, menos aquello que realmente debes hacer.

Je t’aime, Duolingo

Aujourd’hui j’ai fini mon cours de français dans Duolingo. Mon arbre est tout doré pour la première fois ! Si cela funcionne ? Oui, je pense. Avant je ne savais rien, ni le minimum pour petites conversations, et aujourd’hui je me permets d’écrire des texts courts dans mon blog. C’est un avance, non ?

Bien, alors il faut pratiquer.

Au bout des faubourgs là-bas

Au bout des faubourgs là-bas,
Hors de ville est la chaumine
A tout le monde. Un bœuf las
Y dort – ou bien il rumine –

Entre là qui veut. Les fous,
Les rôdeurs, les rien qui vaille,
Les faiseurs de mauvais coups
Par terre ont usé la paille
Et laissé dedans leurs poux.

Le vent de la nuit déserte
Y pénètre tout transi.
La porte en est grande ouverte,
Les murs et le toit aussi.

Mais qui donc s’arrête ici,
Ce soir ? … Une femme lasse,
Un vieux, un âne peureux…
Il ne reste pas de place
Sous les autres toits pour eux.

Pour loger à la froidure
Ils ne sont guère exigeants.
Ils n’ont pas belle figure,
Ils n’ont pas beaucoup d’argent ;
Ils n’ont pas grand’couverture.

Mais ô ciel, quelle aventure !
Voici qu’en ce pauvre lieu,
Ces pauvres gens sur la dure
A minuit ont couché Dieu,

Dieu, le Roi des Cieux, qui passe
Sa nuit sur la terre basse.

Marie Noël dans Le Rosaire des joies

Etiquetado ,

Fora do Espírito Santo

Dentro da Igreja de Santa Efigênia, São Paulo.

Dentro da Igreja de Santa Efigênia, São Paulo.

Livros novos, músicas novas, lugares novos de uma cidade conhecida. Acima de tudo uma história nova, um presente novo, o mesmo amor de sempre novamente inédito em todas as coisas. Ainda falta um pouco para a primavera, mas nem parece.

Etiquetado ,

1. Comecei o curso de Esperanto no Duolingo. Foi como reencontrar um amigo de “infância”. Eu tinha uns 14 ou 15 anos quando comecei a estudar a língua por puro capricho, hoje tenho 25. E continua sendo um capricho, uma brincadeira boa. Acho bem improvável que eu vá me tornar fluente nessa língua um dia e nem vejo muita utilidade nisso, mas tenho uma boa desculpa pra perder tempo com coisas inúteis que me divertem: “ainda é melhor do que ficar vendo pornô”;

2. Estudar língua estrangeira é uma das únicas coisas que eu me lembro de ter amado fazer desde sempre. Eu era criança e gostava, sou adulto hoje e gosto. Isso não fez de mim nenhum poliglota, bem longe disso, mas sempre me estimulou a ter coragem. A relação entre essas coisas eu deixo por tua conta, tô com preguiça de explicar;

3. Daqui a dois dias faz dois anos que eu voltei da Itália. Dois depois disso vou para São Paulo com meu namorado, será a nossa primeira viagem juntos;

4. Comecei a usar o Spotify só agora e a sensação é de que cheguei depois de todo mundo numa festa que ainda está muito boa. Comecei algumas listas… impressionante como isso é terapêutico. Por línguas, países, cidades, estilos, estados de espírito. E quando comecei a explorar levei esta pedrada aqui logo de cara:

5. Preciso estudar mais para as provas.

Etiquetado , ,

Vantagens de ler bem em inglês

1. Um calhamaço intitulado Relatos de Belzebu a seu neto só pode ser algo muito interessante, certo?

2. Pois é, só que você não acha esse livro em nenhum lugar por menos de 300 reais. Nem usado.

3. O que você faz? Joga o nome em inglês no Google e baixa o livro completo em .pdf ou .ePub pra ler onde e quando quiser, sem pagar nada por isso.

Etiquetado ,

Ricordi

Per caso ti ricordi ancora di quando ti ho presentato questa canzone per prima volta? Ti ricordi delle altre canzone cambiate in quella prima sera e poi nelle altre? Per Dio, ti ricordi ancora dei fulmini e dei tuoni?

Sono sicuro di si.

Ovunque sia tu adesso, caro mio, sappi che ti voglio bene.

Etiquetado ,

Consolações

1. Boécio;

Qui venite tutti insieme, o prigioneri,
che l’ingannevole passione, abitatrice
delle umane menti, avvince in tormentose catene.
Questo sarà per voi ristoro alle pene,
questo il porto che permane in placida tranquillità,
questo è il solo rifugio sicuro aperto ai miseri.
Tutto quel che il Tago dona dalle sue sabbie aurifere,
o dona l’Ermo dalle sua rive abbaglianti,
o l’Indo vicino al caldo cerchio dell’equatore,
rimescolando candide con verdi pietre preziose,
non illumina lo sguardo, e respinge anzi ancor più
gli animi accecati nelle loro tenebre.
Queste cose che tanto piacciono ed eccitano le brame
le ha nutrite la terra in oscure caverne sotterranee;
lo splendore che governa il cielo e gli dà energia
evita le rovinose oscurità dell’anima;
chiunque potrà osservare questa luce
non dirà più che son splendenti i raggi di Febo.

Boezio in La consolazione della filosofia
tradotto da Ovidio Dallera

2. O conhecimento;

b) a contradição é inovadora – não basta constatar o caráter interno da contradição. É necessário, ainda, frisar que essa contradição é a luta entre o velho e o novo, entre o que morre e o que nasce, entre o que perece e o que se desenvolve. Exemplo: é na criança e contra ela que cresce o adolescente; é no adolescente e contra ele que amadurece o adulto. Não há vitória sem luta. “O dialético sabe que, onde se desenvolve uma contradição, lá está a fecundidade, lá está a presença do novo, a promessa de sua vitória” (Politzer et al., s.d.:74);

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Mariana de Andrade. Metodologia do método científico. São Paulo: Atlas, 5ª ed., p. 105.

2. A poesia;

LEITURA

Era um quintal ensombrado, murado alto de pedras.
As macieiras tinham maçãs temporãs, a casca vermelha
de escuríssimo vinho, o gosto caprichado das coisas
fora do seu tempo desejadas.
Ao longo do muro eram talhas de barro.
Eu comia maçãs, bebia a melhor água, sabendo
que lá fora o mundo havia parado de calor.
Depois encontrei meu pai, que me fez festa
e não estava doente e nem tinha morrido, por isso ria,
os lábios de novo e a cara circulados de sangue,
caçava o que fazer pra gastar sua alegria:
onde está meu formão, minha vara de pescar,
cadê minha binga, meu vidro de café?
Eu sempre sonho que uma coisa gera,
nunca nada está morto.
O que não parece vivo, aduba.
O que parece estático, espera.

Adélia Prado em Bagagem

3. A música;

etc.

Etiquetado , , , ,

“L’indifférence me fait peur”

1. Estudar metodologia científica é enfadonho, porém fascinante;

2. Aconteça o que acontecer, nunca falte aos treinos da musculação;

3. A procrastinação é o mal do século e disso todos nós sabemos desde o século passado, senão desde sempre;

4. Tente ir além dos vídeos.

Etiquetado